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	<title>Uni-Veg.org - Vegetarianos unidos &#187; carne artificial</title>
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	<description>Portal de conteúdo do bom vegetarianismo</description>
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		<title>Carne produzida em laboratório abre portas para futuro sem matadouros</title>
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		<pubDate>Sun, 02 May 2010 16:37:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Uni-Veg</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Nota do Uni-Veg:</strong> Saiu no <strong>G1 Ciência e Saúde</strong> esta matéria sobre a <em>carne in vitro</em>. No final, a matéria sugere que o produto seria consumido por vegetarianos. Ocorre que uma razoável parcela não come carne justamente por questão de saúde, e não apenas pelo bem-estar dos animais. Quem já leu os textos, livros e vídeos indicados no portal <a href="http://www.uni-veg.org">Uni-Veg.org</a>, sabe bem disso. Vegetariano não quer carne nenhuma! Entretanto, alguns nichos vegeterianos apoiam a carne artificial, pois certamente a abolição da escravatura dos matadouros seria um alívio para o coração de todas as pessoas sensíveis que habitam este planeta.</p>
<p style="text-align: center;"><em>Alguns cientistas esperam que produto seja viável em menos de dez anos.<br />
Alternativa manteria o nível de proteínas, e seria mais ecológica e saudável.</em></p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-267" title="carne-in-vitro-laboratorio-artificial-uni-veg" src="http://uni-veg.org/wp-content/uploads/2010/05/carne-in-vitro-laboratorio-artificial-uni-veg.jpg" alt="carne-in-vitro-laboratorio-artificial-uni-veg" width="550" height="193" /></p>
<blockquote><p>A produção de carne em laboratórios sem a necessidade de matar animais se afasta da ficção científica e poderia dar origem em menos de dez anos a um hambúrguer ecologicamente correto.</p>
<p>A carne fermentada é elaborada a partir do cultivo em laboratório de células-tronco ou de músculo de animais como frangos, porcos ou cordeiros.</p>
<p>A alternativa, uma dos 50 invenções do ano segundo a revista &#8220;Time&#8221; em 2009, seria &#8220;mais saudável e menos poluente&#8221; e teria as mesmas proteínas que a carne normal, segundo seus defensores.</p>
<p>Sua produção pode, inclusive, ser controlada, para evitar doenças como o mal da vaca louca ou a gripe A. Também será possível produzir carne light.</p>
<p>&#8220;E até poderemos fazer hambúrgueres que previnam ataques cardíacos&#8221;, assegurou à Agência Efe Jason Matheny, diretor da New Harvest, uma organização sem fins lucrativos que une esforços de cientistas de todo o mundo nesta área.</p>
<p>Para convencer as pessoas que desconfiam desse novo tipo de carne, Matheny argumenta que &#8220;a maior parte do que comemos vem de laboratórios, tudo é processado&#8221;, como o leite e o queijo.</p>
<p>Sobre a possibilidade de que estas práticas experimentais possam ter efeitos inesperados para a saúde humana, respondeu: &#8220;Não somos conscientes de nenhum risco&#8221;.</p>
<p>A invenção poderia ser uma solução para a insustentabilidade em um planeta onde a pecuária devasta a Floresta Amazônica e agrava o aquecimento global, como alertou um relatório das Nações Unidas.</p>
<p>A fórmula secreta está em uma espécie de sopa biomédica composta de nutrientes procedentes de sangue animal e microorganismos.</p>
<p>Por enquanto, o resultado são apenas pequenas tiras de carne de um centímetro de comprimento, nas quais é possível acrescentar proteínas.</p>
<p>Se a tecnologia continuar avançando, &#8220;de cinco a dez anos&#8221;, estimou Matheny, essas tiras poderiam produzir substitutos para a carne em grande escala, com uma textura dura o suficiente para ser mastigada e com um sabor que poderá ser confundido com o de um bife &#8220;tradicional&#8221;.</p>
<p>O alto custo do processo é, segundo o cientista, o único obstáculo à comercialização do produto.</p>
<p>&#8220;Precisamos de sistemas automatizados mais eficientes que não requeiram o trabalho de pessoas e encontrar ingredientes mais baratos, porque os de agora procedem de pesquisa biomédica&#8221;, explicou.</p>
<p>O Governo holandês é o que mais investiu nas pesquisas, com um total de US$ 5 milhões, seguido por centros de EUA, Japão, Austrália e dos países escandinavos.</p>
<p>Segundo o diretor da New Harvest, grandes companhias de biotecnologia investem na pesquisa nos EUA, mas foi proibido de revelar seus nomes.</p>
<p>Estes avanços poderiam acrescentar uma nova linha de produtos ao mercado do setor dirigido aos consumidores vegetarianos.</p>
<p>Este setor ocupa cada vez mais espaço nas prateleiras de supermercados de todo o mundo, que já contam com hambúrgueres feitos de tofu ou soja. EFE</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/05/carne-produzida-em-laboratorio-abre-portas-para-futuro-sem-matadouros.html" target="_blank" class="extlink">G1 Ciência e Saúde</a>.</p>
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